Estamos na reta final do Brasileirão! Agora, não importa o que cada um acha da diretoria ou dos jogadores. Se você acredita que time grande não é rebaixado ou se está morrendo de medo. A pergunta que precisamos fazer é: você acredita na força da torcida do Flamengo?
Chegou o momento da torcida! Aliás, já começou neste domingo numa linda festa em Goiás. Precisamos continuar em nossa casa. Você realmente acha que a maior torcida do mundo faz a diferença?
Você acha que uma torcida é capaz de transmitir brio e vontade aos jogadores? Que o calor de uma Nação é capaz de incendiar um time em campo? Que a energia positiva gerada por quem está vibrando nas arquibancadas é capaz de transformar um atleta mediano em herói?
Se você acredita na torcida do Flamengo, você não irá ligar para a apatia de alguns do time, pois saberá que, com a torcida comparecendo, ninguém ficará indiferente. Se você acredita que a torcida faz a diferença, não ficará preocupado com gols perdidos ou bobeadas da defesa, afinal saberá que da arquibancada virá a força para que o time se recupere. Se você acredita na força da torcida rubro-negra, não temerá nenhum adversário ou ficará se lamentando por termos determinados jogadores, uma vez que será a nossa fé que fará o milagre do manto acontecer.
Acreditar que a torcida pode mudar a história não é ser utópico ou sonhador. É ser Flamengo! É conhecer a força da Nação Rubro-Negra. É saber que podemos entrar em campo com milhares de jogadores a mais. Por que iríamos abrir mão de tamanha vantagem? Vamos utilizá-la!
Podemos ficar reclamando do treinador, dos jogadores ou dos dirigentes. Ou deixar isto tudo de lado e comparecer ao estádio para, pelo menos, fazermos a nossa parte. Podemos nos lamentar por pontos perdidos ou ajudar o time a conquistar os que ainda estão em jogo. O que você prefere? Vamos fazer história mais uma vez? O Flamengo está precisando de nós. Com muitos de nós ele poderá contar! E contigo?
Não importa a má fase, não desistiremos jamais do Flamengo! Por isto, nesta quarta, estaremos no Engenhão! Por isso voltaremos ao Engenhão domingo! E iremos quantas vezes faça falta até o Flamengo cumprir o seu triste objetivo desse ano: os 45 pontos.
Afinal nosso sangue é rubro-negro!
Nós somos a alma desse time!
Nós somos o Flamengo!
PS: Dois setores já se esgotaram e mais de 22 mil ingressos foram vendidos. Vai ficar de fora dessa festa?
SERVIÇO
Jogo: Flamengo x Atlético-MG
Data: 26/09/2012 (quarta-feira)
Horário: 22h
Local: Estádio Olímpico João Havelange (Engenhão)
> Preços
Setor Leste Inferior: R$ 20 / R$ 10 (meia)
Setor Oeste Superior: R$ 20 / R$ 10 (meia)
Setor Oeste Inferior: R$ 20 / R$ 10 (meia)
Setor Norte (Atlético-MG): R$ 20 / R$ 10 (meia)
Setores Esgotados: Sul e Leste Superior
> Postos de venda
Clube de Regatas do Flamengo: Avenida Borges de Medeiros, 997 – Gávea
São Cristovão (Campo): Rua Figueira de Melo, 200 – São Cristóvão
Tijuca Tênis Clube – Rua Conde de Bonfim, nº 451;
Rua São João, Número 75 Loja: 37 – (Shopping Popular – Niterói) Não haverá venda no Domingo
Clube Bonsucesso – Avenida Teixeira de Castro 54 – Bonsucesso
Estádio Olímpico João Havelange (Engenhão)
Bangu A.C. – Rua Sul América 950 – Bangu
www.ingressofacil.com.br
Vá ao estádio e ganhe essa ilustração. 37 x 44 cm. Impressão digital de alta qualidade. Edição limitada de 43 cópias, assinada e numerada.
Alô, galera! Vocês sabiam que a palavra torcedor vem do tempo que o Flamengo jogava na Rua Payssandu? Da época que todo mundo usava chapéu e levava um lenço no bolso. Pois o lencinho servia para enxugar o suor dos suporters que sofriam ao sol escaldante de paletó, muito elegantes. E de tanto torcer o lencinho para enxugar o suor passaram a ser chamados de torcedores. Isso quer dizer que nunca foi fácil torcer. Hoje estamos mal acostumados pelas novas tecnologias que nos dão mais conforto. Se somamos isso às péssimas administrações dos estádios brasileiros, as ações violentas das Máfias Organizadas, à carência de transporte público e as obras da Copa de 2014, e principalemente à péssima campanha do time temos alguns motivos que afastaram os torcedores rubro-negros do estádio.
Lamentavelmente temos a pior média entre os cariocas. Isso é uma vergonha. Eu vivi 8 anos em Barcelona e invejei de perto o estádio deles, o CT deles, o time deles, o número de sócios deles, a grana deles… Mas tem uma coisa que nunca invejei, a torcida deles. Sabe porque? Porque a nossa torcida é a melhor do mundo. Não é a toa que foi declarada Patrimonio Cultural do Rio de Janeiro. Que torcida é essa?
Mas agora o time precisa da gente e a galera está deixando a desejar. Sei que muitos desses jogadores não merecem nosso apoio. Sei que a política do clube também te afasta do estádio. Mas não vá ao estádio pensando neles. Vá pensando em você mesmo, ou no passado do clube, ou vá para demonstrar sua indignação. Eu infelizmente não posso ir ao estádio, estou longe demais pra isso. Aliás, quem mora no Rio e raclama que o Engenhão é longe só pode estar brincando. Se a Fla-GV percorre 600 km pra ver um jogo lá, por que você não pode pegar um trem e ir ao estádio? Aproveita que os ingressos estão mais baratos. Se liga nas dicas do site Fim de Jogo e vá ao Engenhão. E quando estiver lá cante feliz a música preferida do Zico.
Eu adoraria ter grana para adotar um torcedor para cada jogo do Mengão. Quem dera eu pudesse pagar um ingresso para quem quisesse ir no meu lugar. Como não posso minha pequena contribuição será sortear uma ilustração minha para estimular a galera que vai ao jogo. É uma pequena homenagem à essa torcida maravilhosa e nasceu do grito do nosso Hexacampeonato.
Formato: 37 x 44 cm. Impressão digital de alta qualidade. Edição limitada de 43 cópias, assinada e numerada.
Para participar do sorteio você deve:
1. Seguir meu twitter (@rubrunegru) e o do blog (@adtrubronegro).
2. Postar essa mensagem: Quero cantar ao mundo inteiro, a alegria de ser @rubrunegru #ConteComigoMengao @adtrubronegro http://wp.me/p2n8VE-nP
3. Postar uma foto tua do estádio do jogo entre Flamengo e Grêmio (Domingo, 16 de setembro de 2012) com a hashtag #ConteComigoMengao e a menção @adtrubronegro
É isso aí, galera! Bom jogo pra nós e boa sorte pra vocês!
A nau está alerta para os limites rubro-negros. Foto: Otije (otije.tumblr.com)
O Flamengo já nasceu no limite. Para ser mais exato no limite entre as águas do Oceano Atlântico e as terras da Guanabara. Ali na praia do Flamengo, que herdou seu nome dos piratas flamengos (holandeses) que tentaram em vão invadí-la. Assim, estranhamente, o nosso amado clube foi batizado com a alcunha dos fracassados invasores.
Foi nessa praia que o Flamengo deu seus primeiros passos no remo. Foi nessa praia que o futebol deu seus primeiros chutes, pela falta de um campo para treinar, algo que contribuiu para o sucesso do clube, com seus trainnings abertos à vizinhança. Na época a praia do Flamengo era a mais frequentada pelos cariocas, pelas excelentes condições de banho e proximidade com o centro. E os fracassados invasores? Pois fundaram Recife, cidade do fracassado rubro-negro genérico que pirateia troféus no tapetão.
Antes da invasão fracassada a Praia do Flamengo foi chamada de Uruçumirim (que significa abelha pequena) pelos tupinambás, Aguada dos Marinheiros, Praia do Carioca e Praia do Sapateiro. Isso quer dizer que por ali sempre teve um zumzumzum, uma fonte de água pura para multidões de trabalhadores braçais, que vinham de todas partes e fizeram dessa a sua praia, tudo isso no sapatinho.
E teve que passar um século dessa boa convivência de mar e terra flamenga, com suas marés de títulos e glórias, para que uma mulher abrisse a caixa de todos os males, e que com seus inúmeros pecados fosse praticamente capaz de separar terra e mar. Sim, estou falando de nossa nadadora presidenta. Aquela mesma que disse que o futebol é perverso. Sejamos perversos e comparemos os esportes aquáticos com o futebol. Se uns foram criados pelo instinto a sobrevivência e podem ser praticados até por amebas o futebol é tão complexo, abstrato e caótico que não encontra similitude na natureza. Daí vem a paixão de milhões de torcedores que seguem seus heróis a cada 4 dias, e não apenas a cada 4 anos.
E por falar em tempo o último mês foi o mês do cão-chupando-manga-embarcado-num-esquife-furado. Só um atleta teria fôlego para rebater todas as palhaçadas que vieram da Gávea. Vimos um desempenho medíocre dos atletas olímpicos, vimos como nosso time descia tabela abaixo com a senhora vereadora dando declarações infelizes, vimos a chegada do cabo eleitoral Adriano e sua enésima última chance desperdiçada. Sinceramente, os que ainda esperam sua triunfante volta e redenção me lembram os pobres coitados de Canudos que esperavam a volta do Dom Sebastião de Portugal e dos Algarves, daquém mar e d’além mar em África, o Imperador adormecido. Esse Imperador não voltou jamais e deixou muita gente com saudades.
Outro que não deixou saudades foi o Presidente Edmundo Santos Silva, o pior presidente da história do Flamengo. Pois olha que curioso, na época, ele recebeu uma condecoração das mãos da Vereadora Patrícia Amorim. Deve ter algo de cabalístico porque os dois foram presidentes que encerraram os centenários do clube e do futebol. Pode ser coincidência ou não mas ambos deixaram rombos nas contas do clube. E atualmente na página da campanha da Patrícia Amorim você pode ver a mulher do Edmundo Santos Silva dando o seu apoio. Como pode um cidadão, rubro-negro ou não, votar nela?
Pois quem vota nela espera qualquer coisa em troca, menos resultados esportivos. Isso ficou claro na reportagem da ESPN que desmascara a prática de clientelismo no gabinete da vereadora. É descarada a troca dos gordos salários de assessor por apoio dentro do Flamengo. E é gritante que o presidente do Conselho Fiscal, Capitão Leo tenha sido um desses assessores, atualmente substituído pelo seu laranja, quer dizer, sócio. Ora, se ele deve a ela essa indicação e uma bolada em salário, como esperar que o Conselho fiscal investigue as contas do clube? E o Capitão Leo ainda sai acusando candidatos a presidência do clube de querer privatizar o Flamengo. Ora, quem privatizou foi ele com sua seção de futebol de areia e de showbol.
E o pior é que os casos extrapolam a câmara de vereadores e chega à Gávea onde ela é acusada de nomear a dedo filhos de conselheiros para cargos aos quais não tem a mínima competência. Se o eslogan da campanha da Patrícia Amorim é “construindo o futuro através do esporte”, certamente a frase se refere ao futuro da própria Patrícia Amorim. Se você tem alguma dúvida basta ver essa foto da inauguração do muro dos tijolinhos no inacabado Centro de Treinamento.
Esse agosto também vivi uma experiência trágica. Cheguei à bela Cala S’almunia, uma praia de rochas, na companhia inesperada de um carro de polícia e uma ambulância. Um rapaz tinha se atirado do acantilado e teria morrido afogado. Já seria trágico se isso não fosse um hábito aqui, se jogar dos acantilados para se refrescar no mar. Acontece que o rapaz calculou mal ou subestimou a força do mar. Segundo uma moradora do local todo ano morre um ali. Eu, que já tinha me atirado ali mesmo dentro de um poço natural de água salgada, fiquei chocado. Às vezes uma atividade de ócio pode terminar trágicamente, e o sujeito morre no paraíso, por um passo em falso, um erro de cálculo, o azar, ou quem sabe a mãe de todas as desgraças: a irresponsabilidade.
Esse sentimento de luto é o que me corrói quando vejo que pretensos “torcedores” matam a um torcedor rival. Essa tristeza também me inunda quando vejo a Patrícia Amorim reconhecer que dá ingressos às torcidas organizadas e depois lava suas mãos para violência. É claro que quem dá ingresso está financiando esses grupos criminosos que deviam ser banidos dos estádios. E não sou só eu que digo isso, é a própria PM do Rio! O fato é que dentro do clube a própria Patrícia empregou ex-integrantes de torcidas organizadas. Além disso é clara a diferença de trato. Patrícia e cia suspendem sumariamente um sócio pelo que ele diz no twitter, sem dar direito a defesa, enquanto outro que pertence a uma organizada e agrediu um conselheiro dentro da Gávea tem livre trânsito até aos treinamentos para pedir “respeito para o papai Joel”.
Pois agora aconteceu o que não imaginávamos, o Flamengo desceu ainda mais na tabela com o Dorival. No fim de semana passado o Flamengo confirmou que Curitiba é a última fronteira do seu futebol e caiu pela enésima vez. Mas o que nos preocupa não é esse tabu, ou que o time seja limitado, mas que esse grupo não esteja jogando ao limite. O Flamengo, que ficou na zona média da tabela celebrando a mediocridade dessa diretoria por um bom tempo, resolveu afundar e passar o limite que separa os times grandes (12º lugar) do resto e já se aproxima da Zona. E temos sim que nos preocuparmos com a missão de fazer 45 pontos, pela segunda vez em três anos, Patrícia! Porque se tem um limite que jamais podemos cruzar é o que separa os “times grandes” brasileiros dos realmente grandes (os que nunca pisaram na série B). Por isso é bom esse barco pegar o prumo ou vamos afundar. Qualquer presepadinha agora pode ser fatal, e pra piorar estamos navegando pelos revoltosos mares (ou seriam pântanos?) eleitorais.
E eu que também jurava “que pior que com o Joel não fica” agora estou louco para pegar em armas e fazer um motim rubro-negro. E o pior é que eu vivi um em Pollença. É a festa de Moros i Cristians que revive a guerra santa em terras mallorquinas. Na festa eles encenam as batalhas entre os pagès (camponeses cristãos) e os piratas sarracenos (mussulmanos) que vieram saquear a ilha. Os piratas, portam uma bandeira amarela com a lua crescente e vem armados de cimitarras e trabucos. Os componeses defendem sua bandeira rubro-negra e respondem com seus ancinhos, foices, paus e algum trabuco.
A turba rubro-negra toma as ruas de Pollença, Mallorca. Foto: Gustavo Berocan
A batalha só é vencida pelos cristãos porque eles são maior número. E no fim a bandeira dos piratas dá lugar a bandeira esquartelada em gules e sable. Rubro e negro. Rubro e Negro que com amarelo não se mistura. Ouviu, Olimpikus? Tal qual nossa camisa papagaio de vintém. Eu vi ali a luta entre os milhões de rubronegros que são apaixonados pelo seu futebol e uma elite de mercenários que a toda custa tenta saquear as nossas arcas. Desejei com todas minhas forças que essa mulher que fotografei na sacada fosse a Patrícia Amorim e que a horda de farrapos rubro-negros armados de paus e pedras a levasse à guilhotina política. Como uma Maria Antonieta sem grife que extrapolou os limites de nossa paciência, da mediocridade, da manipulação, da gestão temerária. E essa revolta aconteceu faz um dias nas redes sociais de onde a Patrícia Amorim foi expurgada pelos rubro-negros indignados. Agora nos cabe materializar essa revolta nas ruas. Nós mesmos, os verdadeiros torcedores, e não os mercenários assalariados, milicianos do Império da Mediocridade.
Desce daí, vereadora! Pra você ver o que é perverso! Foto: Gustavo Berocan
A minha revolta se materializou em agosto. Foi o mês em que finalmente fiz minha carteirinha de sócio do clube. E ao ver uma foto de outro novo sócio e ver seu número de inscrição e o meu calculei que só em agosto o Flamengo ganhou ao menos uma centena de novos sócios. E realmente a secretaria do clube disse que esse mes foi recorde de filiações. Com certeza um efeito Patrícia levou a outros rubro-negros indignados como eu a se associarem. Vejo vocês na Gávea, em dezembro de 2015! Isso só pode encher um rubro-negro de esperanças quanto ao futuro. Se o torcedor rubro-negro comprar essa briga não haverá limites para o Flamengo.
No passado 15 de agosto também perdemos o Altamiro Carrilho, genial músico, compositor e flautista, que faleceu aos 87 anos. Ele perdeu a batalha do câncer mas nos deixou essa certeza de que quando um rubro-negro “chora”, na verdade ela está fazendo música com alegria. Deixo vocês com sua belíssima intepretação do chorinho Flamengo de 1912, de autoria do Bonfiglio de Oliveira. Escutem atentamente a melodia e viagem por onde o Altamiro brinca com o limite entre os hinos mais queridos do mundo e esse clássico do choro. Um choro da época em que terra, mar, remo, futebol, jogadores, dirigentes e torcida eram tudo a mesma coisa: Flamengo.
Saudações Rubro-Negras!
PS: Por falar em 87, Rogério Ceni, devolve a minha Taça!!!
PS2: E para você que ainda não fez sua carteira, faça já. Nunca é tarde para ser rubro-negro de carteirinha.
Eis que em meio a tempestade, a bonança! E finalmente pude constatar um novo momento. É notória a mudança de atitude.
O que pudemos ver ontem é o inicio do que esperamos para o Rubro Negro, um time com vontade de vencer. Sintonia que vem sendo orquestrada por Dorival, que me parece adotar uma postura disciplinadora. Porém, determinação e comprometimento são características individuais e depende tão e somente de cada jogador. Eu diria que Dorival esta realizando um trabalho de evidenciar o melhor de cada um em campo e fora dele. O trabalho coletivo, testando as possibilidades e dando oportunidade a todos que ali estão motiva e promove notoriamente a melhora do grupo como um todo.
A chegada de Cáceres agregou muito ao time. Ele entrosou bem, com boas jogadas, e foi muito bem improvisado na zaga. Vamos acompanhar! O tão criticado Negueba fez muito bem seu trabalho, mostrou a alegria de suas pernas e foi importante para a vitoria. Love finalmente voltou às boas. Depois de um 1º tempo em que demonstrou muito nervosismo e insegurança, acabou desencantando, jogou a inhaca fora e foi decisivo na partida.
Tirando o infeliz lance da expulsão do ex-atleta em atividade, Léo Moura, diria que todo o time jogou com o mesmo propósito, olhando na mesma direção.
Usando um termo tão conhecido entre nós torcedores Rubro Negros, treinar uma equipe é como desenvolver um “Pojeto” (sic). Sim, Luxa tinha razão quando usava o termo. Apenas não sabia como implementar. A meta principal quando se inicia um projeto, é avançar na pratica, com metodologia, aplicação de conhecimentos, habilidades e padronização com objetivo de alcançar resultados contínuos. Gerenciar um projeto (time) eficaz é indispensável para converter estratégias em resultados positivos.
Para realizar isso, é preciso estabelecer prazos, definir funções, identificar itens de caminho crítico, e ver possibilidades para agregar valores. A postura de Dorival, remete ao gerenciamento de um grande projeto. Naturalmente que ele não possui esta visão de forma corporativa, mas se traçarmos um paralelo, podemos perceber que seu trabalho tem grandes chances de ser convertido em obtenção de resultados positivos.
O problema é que no Flamengo de hoje, a mudança que queremos é organizacional, mudança de cultura, visando incrementar a qualidade por meio da melhoria contínua, na estrutura Rubro Negra como um todo, não sendo factível toda esta mudança desde o topo da pirâmide até sua base, que ao menos o pilar principal seja gerido desta forma por Dorival. Definitivamente estamos diante de um novo momento!
Meu deboche Rubro Negro está assegurado. Ao menos resguardamos a integridade do torcedor apaixonado, que acompanha e fomenta o Flamengo. Enquanto não se pode mudar o todo. Seguiremos firmes até dezembro, concentrando esforços para promover mudanças definitivas. Arrancando o mal pela raiz. Mas isso só para 2013.
#NadaImportaSemOFlamengo
Marcellinha Miranda
@MarcellinhaRJ
FICHA TÉCNICA FIGUEIRENSE-SC 0 X 2 FLAMENGO-RJ
Local: Estádio Orlando Scarpelli, em Florianópolis (SC)
Data: 8 de agosto de 2012 (Quarta-feira)
Horário: 21h50(de Brasília)
Árbitro: Leandro Pedro Vuaden (Fifa-RS)
Assistentes: Tatiana de Freitas (Fifa-RS) e Rafael Silva Alves (RS)
Cartões amarelos: Jackson e Loco Abreu (Figueirense); Thiago Medeiros, Vagner Love e Luiz Antônio (Flamengo)
Cartões vermelhos: Anderson Conceição (Figueirense); Leonardo Moura (Flamengo)
GOLS: FLAMENGO: Vagner Love, aos 17 e 41min do segundo tempo
FIGUEIRENSE: Wilson, Léo (Fernandes), Fred, Anderson e Marquinhos (Guilherme Lazaroni); João Paulo, Jackson, Claudinei e Ronny (Julio Cesar); Caio e Loco Abreu
Técnico: Hélio dos Anjos
FLAMENGO: Felipe, Leonardo Moura, Thiago Medeiros (Muralha), Marcos González e Ramon; Cáceres, Luiz Antonio, Renato Abreu, Thomás (Adryan) e Negueba (Ibson); Vagner Love
Técnico: Dorival Júnior
Geralmente rubro-negros se respeitam. Cada um torce pelo seu time, mas quando não se enfrentam, querem o sucesso do “co-irmão” em seus respectivos campeonatos estaduais. Mas isso não se aplica ao duelo Flamengo e Sport. Existe um ódio mortal entre as torcidas e dirigentes. Tudo por causa do Campeonato Brasileiro de 1987. Nem vou discutir pela enésima vez sobre aquela conquista. Disputamos a 1ª divisão e eles a 2ª, então já sabemos quem é o campeão.
Jogar na Ilha do Retiro sempre foi duro, mas não chega a ser nenhuma façanha derrotar o falso rubro-negro. Inclusive já ganhamos deles duas vezes com o mesmo placar, com gols quase idênticos e com o camisa 11 sendo o autor em ambos. Romário decidiu o jogo pelo Campeonato Brasileiro de 1999 e Edílson Capetinha foi o carrasco pela Copa do Brasil 2003.
Sport 0 X 1 Flamengo
21 de agosto de 1999 – Campeonato Brasileiro
Estadio da Ilha do Retiro – Recife
Publico: 30.520
Árbitro: Luciano Augusto Almeida
Flamengo: Clemer, Pimentel(Beto), Luís Alberto, Fabão, Athirson, Jorginho, Leandro Ávila, Leonardo Inácio(Rodrigo Mendes), Fabio Baiano(Maurinho), Romario e Leandro Machado. Técnico: Carlinhos
Sport: Albérico, Sandro Blum, Marcio Goiano (Jorge Ramos), Sangaletti, Edson Canhão, Saulo, Emerson, Juninho Petrolina, Reinaldo, Wallace (Nildo), Leonardo (Leandro Tavares). Técnico: Ricardo Gomes
Gol: Romario, aos 43 do 1º tempo.
Sport 0 X 1 Flamengo
21 de maio de 2003 – Copa do Brasil
Estádio da Ilha do Retiro – Recife
Árbitro: Héber Roberto Lopes
Flamengo: Julio Cesar, Luciano Baiano, Valdson, Andre Bahia, Athirson, Fabinho, Jonatas(Fabiano Eller), Fabio Baiano(Igor), Felipe, Edilson(Fernando Baiano), Jean. Técnico: Nelsinho Batista
Sport: Maizena, Gaúcho, Silvio Criciúma, Juninho Goiano, Carlinhos, Ataliba, Fernando César (Djalma), Cleber Santana, Nildo (Fabinho), Júnior Amorim (Ricardinho), Clayson Rato. Técnico: Hélio dos Anjos
Gol: Edilson, aos 39 do 1º tempo.
Que venha mais um duelo e que se possível o nosso camisa 11 resolva o jogo mais uma vez. Se o gol puder ser igual, melhor ainda. E no confronto de hoje, o que acha que vai acontecer? Arrisquem seus palpites.